ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SOBREPESO EM CRIANÇAS UM INÍCIO QUE DEVERIA ALARMAR PAIS, PRINCIPALMENTE PELO INÍCIO INSIDIOSO, SILENCIOSO E DESASTROSO.

O nome popular que se dá as pessoas que estão adquirindo um aumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, gordura intra-abdominal em obesos e obesidade central, pouco importa; o fato é que mais de 50% da população ocidental estão ultrapassando a passos largos os valores absurdos que os colocam em uma posição absolutamente desconfortável e deprimente, onde a boca está vencendo o cérebro de forma avassaladora. Mas todos esses fatores terão uma série de conseqüências que perdurarão por toda a vida. O desequilíbrio entre a oferta e a procura por alimentos agradáveis ou não, tem feito estragos agressivos na população humana. Considerando que nossa raça é mais inteligente do que outras que já habitaram o planeta terra, considerando que 95% da extinção ocorreram em um período que já se foi, como até a época do período (K/T), e hoje estamos vivendo pós período Kretacio/Terciário, no último minuto de 24 horas da história do mundo, e que em termos evolucionários este período que permeia de forma desastrosa a extinção humana, levando em consideração que a última era do gelo que ocorreu até aproximadamente de 12 a 15 mil anos, este tempo é absolutamente ridículo em termos evolucionários e de espaço físico de sobrevivência confortável e em condições ideais de habitabilidade no planeta terra.
Mais ridícula ainda é a autodestruição de habitantes que têm consciência de que estão correndo riscos eminentes e definitivos, que a ação de ofertarem substâncias energéticas acima do que o necessário para a sobrevivência orgânica, que inevitavelmente levará aumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, gordura intra-abdominal em obesos e obesidade central, lamentavelmente nosso futuro não será um período ouro de sobrevivência. Este fato é mais verdadeiro se considerarmos as doenças silenciosas que acompanham este fator dramático, como a hipertensão arterial, pressão alta, diabetes mellitus  dislipidemias com comprometimento do colesterol total, LDL-colesterol (mau-colesterol), HDL colesterol (bom colesterol), Mgmin LDL colesterol, extremamente agressivo, frequentes em diabéticos, triglicérides, moléstias metabólicas, cardiovasculares entre outras.
Não se trata de apologia ao bullying, mas se lhe fizerem “zoação”, lhe derem o apelido de “baleia”, e outros apelidos pejorativos desagradáveis, está errado, mas preste muita atenção, pois os menores são implacáveis, geralmente falam o que observam, conte para seus pais, que talvez ao invés de tomar satisfação na escola, eles se “toquem” e caia a “ficha” e tomem atitudes em seu favor lhe ajudando a voltar às condições normais com dietas, exercícios adequados, tratamentos corretos, auxílios de profissionais, endocrinologistas, Neuroendocrinologista. 
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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1. Mais de 50% da população ocidental estão ultrapassando a passos largos os valores absurdos que os colocam em uma posição absolutamente desconfortável e deprimente, onde a boca está vencendo o cérebro de forma avassaladora…
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2. Mais ridícula ainda é a autodestruição de habitantes que têm consciência de que estão correndo riscos eminentes e definitivos, que a ação de ofertarem substâncias energéticas acima do que o necessário para a sobrevivência orgânica, que inevitavelmente levará aumento de peso…
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3. Este fato é mais verdadeiro se considerarmos as doenças silenciosas que acompanham este fator dramático… 
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Hrenriqueta Verlangiere Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo,Brasil. 2011, Gesta S, Tseng YH, Kahn CR (October 2007). “Developmental origin of fat: tracking obesity to its source”. Cell 131 (2): 242–56. Enerbäck S (2009). “The origins of brown adipose tissue”. N Engl J Med 360 (19): 2021–2023. VAN DER HÄÄGEN BRAZIL,Marques-Lopes I, et al.Aspectos genéticos da obesidadeVer.Nutr.,Franco M.,et al.reduction and its possible Consequences.CMAJ-2008, vol 178 (8). Dr. BRIAN KING . ET al. autores da descoberta, cientistas do University College of London UK. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A OBESIDADE NA INFÂNCIA É UM FATOR DE GRANDE PREOCUPAÇÃO DEVIDO SUA ALTA INCIDÊNCIA, PELO MAIOR CONSUMO DE ALIMENTOS GERALMENTE INDUSTRIALIZADOS.

A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na infância tem sido um motivo frequente de preocupação em função de sua alta incidência, principalmente nas classes mais abastadas, pelo maior consumo de alimentos pouco nutritivos e em grandes quantidades. Além da preocupação estética, a obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) está intimamente relacionada com a hipertensão arterial, alterações cardiovasculares, diabetes mellitus e outras patologias. Graças à sua complexidade, há necessidade de uma atuação multidisciplinar. É um distúrbio do estado nutricional traduzido por um aumento do tecido adiposo, reflexo do excesso de gordura resultante do balanço positivo de energia na relação ingestão-gasto calórico. Pode se desenvolver por alguns fatores: Caráter familiar – alerta para se desenvolver ações profiláticas, pois um adulto obeso (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) tende a ter filhos com grande chance de desenvolverem a obesidade e também tornarem-se adultos obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Fatores endócrinos – responsáveis por um pequeno número de casos. Fatores psicológicos atrelados à falta de exercícios físicos. Renda familiar, hábitos e culturas familiares, propagandas, cantina das escolas, trabalho, estilo de vida dos amigos e parentes com quem convive, entre outros. Obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na infância: é cultural o atrelamento da gordura à saúde, principalmente em se tratando de bebês. Muitas vezes ocorre o abandono do aleitamento materno ou o desmame precoce por acreditar-se que o leite do peito não sustenta, passando ao uso de mamadeiras com alto aporte protéico-calórico. O excesso de farináceos, a introdução precoce de alimentos sólidos, ingestão excessiva durante os primeiros anos de vida; hábitos inadequados como: falta de horário, excesso de guloseimas, desequilíbrios dietéticos e sedentarismo infantil; ou mesmo a baixa renda, levando a um excesso de consumo de carboidratos e diminuição do consumo de proteína animal ou vegetal são os principais fatores desencadeadores da obesidade infantil.
A obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) persistindo durante a idade pré-escolar, escolar e adolescência pode levar esta criança a desenvolver problemas psicológicos em função de comentários e gozações (bullying) que podem sofrer por parte de outros colegas. Essa situação leva a um ciclo vicioso, pois a pouca aceitação do grupo em relação à criança obesa (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) fortalece a baixa auto-estima e a desvalorização pessoal levando ao afastamento das atividades físicas.Obesidade na Adolescência: trata-se de um problema da infância que progride para essa fase ou pode ser desencadeado pelo: sedentarismo; alto consumo de sanduíches, salgadinhos, guloseimas e gorduras; horário escolar que atrapalha as refeições, substituindo-as por alimentos inadequados; o tempo de estudo pode funcionar como agravante do sedentarismo; além da suscetibilidade a propagandas. Nas meninas, a demanda para emagrecimento ocorre frequentemente após a menarca, enquanto que nos meninos isto costuma ocorrer no início da puberdade.
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Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1. A obesidade na infância e adolescência tem sido um motivo frequente de preocupação em função de sua alta incidência, pelo maior consumo de alimentos pouco nutritivos e em grandes quantidades…
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2. Obesidade na infância: é cultural o atrelamento da gordura à saúde, principalmente em se tratando de bebês…
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3 Nas meninas, a demanda para emagrecimento ocorre frequentemente após a menarca, enquanto que nos meninos isto costuma ocorrer no início da puberdade…. 
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Prof.Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, endocrinologista,medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, CARRAZA, F.R. et al Introdução ao Estudo dos Agravos Nutricionais. In: MARCONDES, E. Pediatria Básica. 8ºed. São Paulo: Sarvier,. p.609-612.Desnutrição. In: MARCONDES, E. Pediatria Básica. 8ºed. São Paulo: Sarvier,.p. 635-643. COUTO, A. Hospital da Região destaca-se por Combate a Distúrbios da Nutrição. IONEMOTO, H.F. & PETLIK, M.E.I. Anemias Carenciais. In: MARCONDES, E. Pediatria Básica. 8ºed. São Paulo: Sarvier,. LEÃO, E. et al Pediatria Ambulatorial 2º ed. Belo Horizonte: COOPMED. MODICA, P. Parenteral Obesity Increases Child’s Risk of the Condition as an Adult, Study Furels Tribune Médico,. MOYSES, M.A.A. & LIMA, G.Z. Desnutrição e Fracasso Escolar, uma relação tão simples? NETTO, A.S.C. & SAITO, M.I. Obesidade na Infância e Adolescência. In: MARCONDES, E. Pediatria Básica. 8ºed. São Paulo: Sarvier. SIGAUD, C.H.S. & VERÍSSIMO, M.R. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: QUANTIFICANDO AS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS DO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL NA INFÂNCIA E BENEFÍCIOS POTENCIAIS DAS INTERVENÇÕES PRECOCES.

Esta avaliação analisa os dados que quantifica os serviços de saúde e os custos por categoria. Foram usados métodos amplamente aceitos sobre a saúde econômica para quantificar os custos adicionais e a utilização atribuível ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças. Há limites importantes a considerar para os políticos, médicos e outras pessoas que possam utilizar estes dados de forma isolada para quantificar a poupança econômica e outros benefícios para quantificar a relação custo-eficiência e custo-benefício dos perfis ambientais, atividade física, dieta ou intervenções farmacológicas para prevenir ou tratar o sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral na infância.
Os benefícios da prevenção da obesidade na infância deve ser considerada, a longo prazo. A obesidade é uma das principais causas de morbidade entre crianças, no mundo todo. Diabetes, escorregamento epifisário femoral (escorregamento da cabeça do fêmur), doença da vesícula biliar e apnéia obstrutiva do sono são algumas das condições associadas à obesidade na infância. Até recentemente, foram feitas poucas avaliações quantificando o impacto da obesidade sobre a utilização de cuidados de saúde e gastos durante a infância. Foi visto que, as crianças que apresentavam IMC aumentado, nos serviços de pediatria gastavam US$ 172 dólares mais as despesas anuais de saúde que as crianças gastam quando têm IMC normal. Uma análise de despesas médicas identificou que crianças com sobrepeso, segundo a definição da Associação Médica Americana de Peritos e outras associações americanas, como crianças com IMC pouco mais elevado para idade e sexo, tinham despesas anuais totais de saúde, de cerca de US$ 180 a mais do que as crianças com um IMC normal, enquanto que as crianças obesas, ou crianças com IMC maior ainda para idade e sexo, tinham US$ 220 a mais de gastos, em média. Os componentes de utilização de cuidados de saúde que contribuem para este aumento dos custos estão sendo cada vez mais compreendidos. As maiores despesas foram as que ocorreram com a hospitalização de crianças com diagnóstico de obesidade. Utilizando-se dados de 2001 a 2004, observou-se que os gastos com medicação, atendimento ambulatorial e os custos de emergência que podem ser atribuído à elevação do IMC em crianças foi de US$ 2,9 bilhões.
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Dr. João Santos Caio Jr.
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Como Saber Mais:
1. Avaliação sobre a saúde econômica para quantificar os custos adicionais e a utilização atribuível ao índice de massa corporal (IMC) elevado em crianças…

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2. Os benefícios da prevenção da obesidade na infância devem ser considerados, a longo prazo…
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3. Diabetes, escorregamento epifisário femoral (escorregamento da cabeça do fêmur), doença da vesícula biliar e apnéia obstrutiva do sono são algumas das condições associadas à obesidade na infância…
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Referências Bibliográficas:
Hampl et al., Estabrooks and Shetterly, Trasande e Chatterjee, Farmacoeconomia Expert Rev Res resultados. 2011, 11 (1) :47-50. 2011/03/07.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: FATORES ASSOCIADOS AO CONSUMO REGULAR DE REFRIGERANTES, ALÉM DE DILUIR O SUCO GÁSTRICO – INTESTINAL, FAVORECE O SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL E CENTRAL.

O consumo de refrigerantes tem se tornado altamente prevalente nas últimas décadas e seu consumo excessivo está relacionado com o aumento da prevalência da obesidade e suas conseqüências. O aumento no consumo de bebidas açucaradas está associado ao aumento na ingestão energética, ganho de peso, obesidade central, obesidade visceral e diabetes. O Guia alimentar para a população brasileira sugere a redução em pelo menos um terço no consumo atual desses alimentos como uma das estratégias para uma alimentação saudável. 
A última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada no Brasil mostrou aumento considerável no consumo de refrigerantes (400%), se comparado ao da década de 1970. Estudos recentes mostram que a freqüência do consumo de refrigerantes na população adulta é elevada, principalmente entre homens, fumantes, que consome lanche semanalmente e não fazem consumo regular de frutas, verduras e legumes. Uma possível explicação para o aumento de peso decorrente do consumo excessivo de refrigerantes seria o fato dos efeitos fisiológicos da ingestão energética sobre a saciedade serem diferentes para líquidos e para alimentos sólidos. Dessa forma, o carboidrato ingerido em líquidos promoveria um balanço energético positivo maior, ou seja, há um aumento nas calorias ingeridas e uma diminuição do gasto energético, sendo assim, acaba ganhando uns quilinhos a mais e rapidamente tornam obesos, pois a energia extra vão se acumulando aos poucos.  Indivíduos que tomam freqüentemente refrigerantes têm um hábito alimentar pouco saudável, pois o consumo de refrigerantes estimula o apetite para os alimentos não nutritivos como hambúrgueres e pizzas. A população deve se conscientizar e reduzir o consumo de refrigerantes, alimentos pouco nutritivos, que implicam no aumento da ingestão calórica e posteriormente levar a obesidade e doenças relacionadas ao ganho de peso.
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1. O consumo de refrigerantes em excesso pode levar a obesidade?
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2. Pessoas que tem consomem refrigerantes com muita freqüência, geralmente não tem hábito de comer frutas, verduras e legumes?
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3. A sensação da saciedade é diferente para líquidos e para alimentos sólidos?
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Referências Bibliográficas:
Rombaldi, A. J.; Neutzling, M. B.; Silva, M. C. et al. Consumo regular de refrigerante não dietético. Revista de Saúde Pública 2011;45(2):382-90.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: PRECONCEITO E ESTIGMATIZAÇÃO DOS OBESOS, COM RELAÇÃO AO SEUS ESTILOS DE VIDA, SUAS CONDUTAS SOCIAIS E PROFISSIONAIS.

Desde o sobrepeso (sobrepeso, obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, Sindrôme Metabólica) até o estágio mais grave da obesidade, que é a síndrome metabólica, infelizmente o obeso sofre preconceito e é estigmatizado pela sociedade de uma forma muito agressiva. Os obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, Síndrome Metabólica) estão vulneráveis a atitudes negativas profundas em várias áreas da vida, incluindo no local de trabalho, nas escolas, inclusive em serviços médicos e relações interpessoais.
O estigma ou preconceito podem vir de várias formas, dentre elas a forma verbal, que vêm como chacota, menosprezo, insultos, nomes depreciativos, linguagem pejorativa ou de outros termos que as pessoas encontram para agredir verbalmente o obeso; pode vir também de forma física, como empurrões, agarrões ou outras atitudes físicas agressivas ou encontrar outras barreiras devido ao excesso de peso, como assentos em locais públicos em que não cabem, lojas que não têm roupas de tamanho grande o suficiente e em muitos casos a vendedora ou vendedor explica ao obeso que eles não trabalham com aquele tamanho de roupa, equipamentos médicos que são pequenos para obesos, etc…
No trabalho geralmente o obeso não é facilmente promovido como ocorre com o magro embora possa ter a mesma competência, a não ser que o obeso seja muito mais competente que o magro, o que não é visto por empregadores ou corporações como via de regra. Infelizmente a pesar dessas injustiças, este estado de coisas pode ser revertido, se o obeso fizer uma reflexão adequada e tomar atitudes sérias no sentido deste estado de coisas não tenham seqüência.

 

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1.Existe discriminação entre obesos e não obesos em aeronaves…
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2.Pode ocorrer discriminação para pessoas obesas caucasianas e afro-descendentes…
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3. O adolescente obeso tem auto – estima mais baixa em rrelação ao não obeso…
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Refêrencias Bibliográficas:
Latner JD, Stunkard AJ. Piorando: A estigmatização das crianças obesas. Obes Res. 2003, 11: 452-456; Neumark-Sztainer D, Story M., Faibisch estigmatização L. Perceived entre sobrepeso Africano-americanos e caucasianos meninas adolescentes. J Adolesc Health. 1998, 23: 264-270; Neumark-Sztainer D, Story M, Harris T. atitudes e Crenças sobre a obesidade entre os professores da escola e dos prestadores de cuidados de saúde com adolescentes que resultados obtêm. J Nutr Educação. 1999; 31: 3-9; R Puhl, Brownell KD. Preconceito, discriminação, e obesidade. Obes Res. 2001; 9:788-805.
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